Se é para começar...devemos começar pelo básico

28/05/2020 10:51

O acesso a dados e informações de forma acelerada já faz parte do nosso cotidiano. Desde a ascensão meteórica da internet, em meados dos anos 2000, muitos de nós pudemos observar a constante evolução dessa ferramenta nas mais diversas áreas.

Muitos intelectuais e estudiosos, como o fundador da Apple, Steve Jobs, já apontavam e sinalizavam que aqueles que não aceitarem e não se adequarem a tempo iriam ser engolidos por essa ferramenta, conhecida como internet. E tudo isso que vivemos nesse momento, de pandemia, só serviu para acelerar ainda mais o processo de integralização de dados e modos cada vez mais acelerados da informação. Sem dúvida, essa é uma das características do "Novo Normal" (referência ao texto do colega Jerônimo ao qual recomendo a leitura alguns posts atrás). Exponho aqui esse pensamento para mostrar que aceitação e inovação são partes fundamentais do novo quebra-cabeça, que iremos montar daqui para diante.

Falar em investimento hoje sem mencionar internet, é como olhar para a fórmula de Bhaskara sem antes ter noção de é como multiplicar e dividir. A chance de aprender e ir adiante é mínima, por isso eu digo que devemos começar pelo básico. Assim, é possível criar uma base sólida e ir adiante em tudo aquilo que pretendemos levar até você, leitor do Mundo Investimento.

Atualmente, a internet é peça fundamental para buscarmos informação. Através dela, conseguimos ter acesso a conhecimento de forma rápida e com a devida qualidade, desde que saibamos procurar. Com os investimentos, acontece da mesma forma.

Não existe uma formula mágica, e precisa, para investir atualmente. O Brasil deixou de ser o "paraíso" do rentistas, com cortes em nossa taxa básica de juros (Selic). Atualmente, a taxa está no menor patamar histórico, fazendo com que os investimentos mais comuns que os Bancos costumam ofertar, atrelados à renda fixa, se tornassem obsoletos. O mesmo acontece com a poupança e outros investimentos do mesmo segmento, que hoje mal conseguem corrigir a inflação com os rendimentos apresentados.

É exatamente no momento da tomada de consciência sobre os rendimentos dos seus investimentos que surge a primeira, e mais cruel, dúvida. Já que a poupança não rende quase nada (em torno de 2,1% ao ano), a maior parte dos demais investimentos com FGC (Fundo Garantidor de Crédito) também não entregam muito mais, e eu ainda não me sinto pronto para comprar risco na renda variável, o que devo fazer?

A resposta é mais simples do que você imagina. Assim como você procura um médico para cuidar da sua saúde, um arquiteto e/ou engenheiro na hora de construir um imóvel, você também deve procurar um especialista na hora de cuidar dos seus investimentos. Neste caso, quem pode lhe ajudar é o Assessor de Investimentos, um profissional qualificado, com certificação do mercado financeiro, para te apresentar os melhores investimentos, de acordo com seu perfil de investidor.

Hoje, começamos nosso caminho pelo básico. Aos poucos, eu e meus colegas vamos aprofundar este tema e levar até você informações diversificadas sobre mercado financeiro.

Eu sou o Luiz Fernando, sócio e assessor da GX Investimentos.

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