Oceano FM e seus 20 anos

13/01/2017 10:00

Para finalizar a temporada dos Casos de Sucesso dos parceiros da Mais Ouvida, nada melhor do que contar a maravilhosa história dos 20 anos da Oceano FM, que se completaram em outubro de 2016. O vídeo abaixo mostra a entrevista com o diretor da emissora, Renato Gatti Albuquerque, que conta detalhadamente a trajetória desses 20 anos de sucesso!!!

Confira:

Pneus e Etc, há 20 anos no mercado

22/11/2016 16:00

A história de hoje começou há 20 anos, mas não é a da Oceano FM, embora esteja entrelaçada a ela. Também há 20 anos nascia a Pneus e Etc, pioneira no ramo de rodas de liga leve em Rio Grande. Conversamos com Rodrigo Almeida Pessoa, grande empreendedor que transformou a então pequena loja, em uma gigante do mercado.

Rodrigo trabalhava no departamento de compras da empresa Adubos Trevo e tinha muitos contatos no mercado, em São Paulo, onde a onda de personalizar os pneus dos carros já era forte. Sua paixão pelo fusca que tinha o fez estreitar relações com os fornecedores de rodas de veículos. Rodrigo queria apenas personalizar a sua caranga, mas a criatividade e seu espírito empreendedor fizeram com que a paixão pelas quatro rodas virasse um negócio de sucesso.

No inicio, tudo não passava de um hobby, era o que ele fazia nas horas vagas e aproveitava para complementar as suas finanças, mas logo foi instigado por um dos forncedores a comprar um número maior de material para trabalho. A partir disso, Rodrigo que já era conhecido por fazer esse tipo de serviço, ampliou os negócios e no dia 6 de outubro de 1996 inaugurou a loja Pneus e Etc, já com o objetivo de trabalhar no ramo automotivo tendo como carro chefe os pneus, rodas e assessórios.

Atualmente além dos serviços tradicionalmente oferecidos, a Pneus e Etc conta com todo o atendimento de um autocenter, realizando os serviços de suspensão, freios, geometria e balanceamento de rodas e o melhor... Tudo isso em um único local.


Grupo Oceano: Com esse inicio fantástico, como foi o começo da loja?
 
Rodrigo Pessoa: Eu comecei a vender pneus usados aqui mesmo, mas a loja não era desse tamanho, era bem menor. A localização não era boa para comércio, já que há 20 anos essa região não era tão movimentada. Muita gente me chamou de louco por ter aberto a loja aqui (Rua José Bonifácio 140), mas depois a região cresceu muito. Eu montei um foco de trabalho. Eu sempre quis trabalhar de forma correta e com uma boa linha, um padrão específico, independente do que os outros fazem. A minha ideia era entrar no mercado e ficar como eu estou hoje: 20, 30, 40 anos e não entrar e sair do mercado. No inicio eu vendia os pneus e indicava uma borracharia para fazer a montagem, mas eu queria esse filão para dar de cortesia ao meu cliente, aí comprei a primeira máquina e coloquei um funcionário para trabalhar comigo, depois coloquei o balanceamento e em 2000 comprei a primeira geometria. Hoje nós trabalhamos com pneus, rodas de liga leve e de ferro, geometria e balanceamento, tudo na área de suspenção de nacionais e importados e freios. Sendo que as peças são todas nossas, trabalhamos com produtos exclusivos. O estoque é nosso, ou seja, eu dou a garantia da peça. Eu diminuo a minha margem de lucro, mas só coloco produto de qualidade no carro do nosso cliente. O meu compromisso é fazer o trabalho uma única vez.

G.O: Atualmente a loja é reconhecida em toda a região, como foi que vocês chegaram nesse patamar ?

R.P: Muito trabalho! E postura de trabalho, sendo correto sempre. É uma coisa que eu falo para toda a pessoa que quer abrir o seu negócio, 'antes de começar a trabalhar com qualquer coisa estude muito sobre ele e procure saber mais do que qualquer um em relação ao teu negócio'. Ninguém  pode saber mais sobre o teu negócio do que tu e eu fiz isso. Eu estudei muito tudo sobre pneus. Eu nunca apliquei em um carro, a não ser que o cliente determinasse para mim - por que a gente respeita isso. Eu sempre indiquei com muita propriedade, eu não chuto o que eu acho que vai ficar legal no carro do cliente. Hoje tem a questão da fiscalização que cuida e autua sobre, mas na época não tinha. Com esse trabalho trasparente, começou a se espalhar que nós trabalhávamos de forma muito técnica e isso foi muito positivo. Além do mais, todo o dia eu estou aprendendo, até por que o mercado evolui muito rápido, analisa a infinidade de veículos que circulam por aí, são muitos né? Nós temos que saber de cada um deles e muda tudo de um para outro.

G.O: Com todas essas novidades que surgem a cada dia, como vocês fazem para não ficar para trás?

R.P: Quando surge alguma coisa nova no mercado a gente já busca algum tipo de treinamento para trazer para os colaboradores. Por exemplo, vamos trabalhar com correia dentada, a gente busca no mercado todas as matérias específicas desse treinamento, como é que faz ? (embora já se tenha um conhecimento inicial) Então a gente pega o que há de mais consideravel no mercado, estuda e posterior a isso traz algum representante e ele dá uma palestra mostrando as tendências do mercado. Outra coisa que eu invisto muito, sempre acreditei que o meu funcionário não tem que passar trabalho, então eu invisto muito em equipamento. Muito mesmo. A ideia é poupar o meu trabalhador e agilizar o serviço. Tudo o que a gente faz é tempo, então tudo o que puder fazer para ganhar tempo eu faço. Até por que o meu funcionário também recebe por produtividade, então isso agiliza e qualifica o serviço prestado aqui.

G.O: Como é a sua relação com o seu empregado?

R.P: Durante o período do Polo Naval, onde todo mundo se deslumbrou e largou o seu serviço, eu não perdi um funcionário. Tirando um funcionário que está há quatro anos aqui, os outros cinco estão há mais de  dez anos. Por que que eu não perdi? Porque o meu colaborador é meu parceiro e como é que eu faço isso? Ele tem o salário dele, ele tem a hora extra dele e mais a produtividade dele, então o incentivo para ele trabalhar é ele mesmo. Eu dou o suporte, as ferramentas e uma boa condição e eles fazem o resto. Se ele tiver 1h30min para fazer um carro e fizer em 45 minutos, ele sabe que esse tempo ele ganhou para fazer outro carro e isso deu certo. Eu não tenho problema de falta de tempo vago no cafezinho ou atraso, todo mundo sabe o que tem que fazer. Não há a necessidade de cobrança, o lado ruim é que cada vez que entra alguém e a pessoa não se enquadra nesse sistema ela acaba saindo, porque a engrenagem é muito redonda e assim cada um sabe o seu papel aqui dentro.


Grupo Oceano: Qual a lição após o período em que o Polo Naval teve a maior movimentação aqui no município?

R.P: Naquela época a gente trabalhava com a agenda lotada 10 dias para frente e isso mudou. Não que a gente não tenha agenda, eu tenho pra semana que vem, mas não é como era. O mercado retraiu e a gente deu uma incrementada. Hoje fazemos correia dentada e embreagem. A gente trabalha com essas novidades no padrão Pneus e Etc, qualidade acima de tudo. Na crise tire o "S", jogue para o final e transforme ele em $ (risos). Então são serviços extras que nós estamos oferecendo para ter um rendimento maior, naquele período, na minha opinião, nenhum riograndino ganhou dinheiro, quem ganhou dinheiro foi a especulação. O que foi o mercado imobiliário? Com valores fora da realidade. Mas enfim, a gente conseguiu organizar a empresa, melhorou o tempo de trabalho, nossa forma de trabalho ficou mais enxuta. Então o que que acontece, reduzindo o custo fixo com funcionários a gente otimizou o restante. Com mais três funcionários que eu tinha a gente atendia 30% a mais do que atendemos hoje, então reduziu praticamente a mesma coisa. O meu funcionário que já se doava, vestiu um pouco mais a camiseta e acabou lucrando mais e a gente não perde o serviço do dia a dia. A unica coisa que mudou da época do polo naval é que a gente tem que aproveitar o hoje. O tempo que a Oceano não vendeu hoje pela manhã ela não vai vender mais e ela não pode ficar com tempo ocioso, que é o nosso caso. O cara do restaurante que atendia 500 pessoas hoje está atendendo 200, o que muda é o investimento que ele fez para atender as 500, por isso muita gente quebrou. Para tu teres uma ideia, a Pneus e Etc estruturou toda a empresa, toda a visão de mercado, investimentos, postura de estoque e de vendas. Em setembro de 2014, o Polo não tinha explodido ainda. A Eduarda trabalha comigo e é o meu braço direito, é o meu financeiro, sentamos e conversamos: como é que nós vamos agir, como vamos manter os clientes, como angariar novos clientes, sentir o que o cliente precisa. O cliente precisa de prazo, as pessoas tem um orçamento para o carro (e eu fico contente em ver que as pessoas estão se organizando), então eu preciso conseguir uma boa condição de pagamento, o prazo, e assim vai. Nesse período de verão o mercado aquece junto com a temperatura, o pessoal procura roda, enfim. Agora esse ano já foi bem melhor, as coisas estão se ajustando.

G.O: Como é que tu vende a tua empresa para o público, como trabalhas com a mídia?

R.P : Eu sempre utilizei a técnica de fixação de marca. Primeiro comecei na TV, a gente tem a visão de que o visual atrai, só que eu te confesso que o maior retorno que eu tive foi com a rádio Oceano FM. Tanto é que, esse é o unico veículo que eu nunca parei de anunciar. Só no comentário do Alexandre Garcia eu já estou há 13 anos. E sempre me ajudou muito. No inicio da rádio eu era meio contrário a trabalhar com o rádio, mas aí acabamos negociando e me foi oferecido este produto. Era exatamente o que eu queria. E assim, né, é intocável (risos). Eu sinto o retorno do público e eu consigo medir isso, que é algo que eu nunca consegui fazer. Sempre que eu faço algum tipo de promoção e divulgo na rádio o telefone não para. Fora isso a minha relação com a rádio é ótima, eu não tenho e nunca tive problema algum, sempre tudo que é solicitado é atendido na hora.

Floricultura Marcelo Feijó: tradição e qualidade no ramo

05/11/2016 17:45

Trabalho, dedicação, sucesso e boa visão de mercado, assim pode ser definida a história da Floricultura Marcelo Feijó, que contamos em nosso Case de hoje. Localizada na rua 24 de maio, uma das principais do Centro da cidade, a floricultura foi o cenário do bate-papo com o simpático e muito receptivo, Marcelo Feijó, que conversou conosco e apresentou um pouco de sua história de sucesso que está aliada a Oceano FM, parceria de longa data. 

Grupo Oceano - Como iniciou o trabalho da Floricultura??
Marcelo Feijó - Há 16 anos estamos trabalhando. A Floricultura era na Pinto Lima com General Osório e depois disso viemos para a 24 de maio. Meus pais me ajudaram no atendimento, mas a montagem dos arranjos sempre fui eu que fiz. Eu tive a ideia de ter a floricultura e assim surgiu o empreendimento. Tenho 38 anos e já havia trabalhado com salgados e também com artesanato. Meu pai trabalhou com cosméticos e ali comecei a ter experiência com o comércio, pois eu o ajudava, mas eu nunca tinha trabalhado com flores, apenas sabia que tinha habilidade para montagem de tudo.

G.O. - Quais são os diferenciais da Floricultura Marcelo Feijó?
M.F. - Nós somos 100% dedicados a trabalhar com flores e arranjos e isso para qualquer ocasião. Não fazemos a decoração, mas podemos produzir todos os arranjos. Meu trabalho é produzi-los e nisso eu posso me garantir, pois conheço o potencial do meu trabalho e assim eu ofereço e garanto a qualidade dos serviços.

G.O. - Quando foi a mudança para a 24 de maio?
M.F. - Depois do fechamento do supermercado que havia próximo a floricultura, o ponto caiu muito naquela região. Há 9 anos nos mudamos para a 24 de maio, mas o mais interessante foi que trouxemos juntos os clientes que já tinhamos no endereço antigo. Tenho clientes que namoraram, casaram e hoje tem filhos. Assim acompanhamos diversas vidas e muitas histórias. Tenho meu nome criado no mercado e a rádio me ajuda muito, pois são vários os clientes que vem aqui e relatam que ouviram na rádio e até me perguntam se eu sou o Marcelo Feijó (risos).

G.O. - O romantismo ainda existe?
M.F. - Sem dúvidas. É mais fácil o movimento cair por causa da crise, do que por falta de romantismo das pessoas. Flores emocionam muito mais do que qualquer outro tipo de presente. Estou dizendo isso baseado no relatos dos clientes.

G.O. - Qual a estratégia que usas para te manter bem no mercado e tem algum mês que não tenha tanto movimento?
M.F. - Preciso ter uma leitura do mercado, saber o que vendem os concorrentes e também entender o comportamento dos meus clientes. Nosso trabalho se dá em cima de datas festivas, como por exemplo, dia dos namorados, dia das mães... O Verão é bom por causa das formaturas, muita gente acha que não e o mês mais calmo seria agosto. No dia dos namorados do ano passado tivemos que fechar a porta e os clientes formaram filas na rua, foi uma loucura.

G.O. - Quando começou a tua relação com a rádio?
M.F. - Já no endereço anterior eu anunciava na Oceano FM. Lá se vão 11 anos de parceria, quando eu comecei a fazer mídia com a rádio. As negociações começaram com o Renatinho (diretor da emissora). Gosto muito da parceria que tenho com a rádio, tenho bom retorno, como citei anteriormente, e isso é muito importante para mim. Todo mundo ouve a Oceano FM e por isso quem está na rádio está na vitrine. O meu negócio fortaleceu pela parceria com a rádio e isso é inegável.

Boticário: Crescendo junto com Rio Grande

02/09/2016 15:00

O mercado da beleza foi um dos únicos no mundo inteiro que seguiu crescendo ao longo da crise econômica mundial. A prova disso, em Rio Grande, é o crescimento da franquia de uma das maiores empresas do país no ramo. O Boticário no município é capitaneado, com o braço firme e forte, de Patricia Trapaga, desde quando a empresa nem mesmo carregava o diferencial de ser uma franquia, em 1985. Aos 22 anos e apoiada pela família, Patricia ainda era estudante e trabalhou muito para que a rede de lojas tivesse o nome fortalecido na cidade Noiva do Mar.

 

No ano de 2001, surgiu a segunda loja do Boticário em Rio Grande, localizada até hoje na rua 24 de maio. Outras também vieram até que se estabeleceram cinco lojas e uma central de vendas diretas, que trabalha atualmente com 600 revendedoras cadastradas repondo o material de trabalho, além de quase 50 funcionárias que estão distribuídas nas seis lojas.

 

Para contar um pouco mais dessa história, nossa equipe conversou com a poderosa Patricia, que nos recebeu em seu escritório com muita gentileza e bom humor.

 

Grupo Oceano: Como tu te sentes em relação ao mercado 30 anos depois de ter dado inicio ao Boticário em Rio Grande?

 

Patricia Trapaga: Bom, tirando aquele ‘boom’ que nós tivemos com o Polo Naval, Rio Grande nunca me negou aquilo que eu esperei. Eu abri essas lojas, tirando a do shopping, antes da chegada do Polo. A gente foi amadurecendo, vendo as necessidades, o mercado também pediu, a marca cresceu, aliás, foi muito bem trabalhada pela a empresa. Antes eram poucos produtos agora são mais de mil. Eu fico muito chateada quando as pessoas falam de maneira negativa da nossa cidade. Quando se abre um negócio tu tens que ter a exata perspectiva de que o negócio não vai te dar um retorno tão rápido. Tudo tem um tempo, além do mais, é um trabalho árduo. Como qualquer empresa, uma franquia te exige metas e mesmo antes do Polo Naval, quando já tínhamos quatro lojas, nós nunca ficamos abaixo do que se esperava. Hoje a economia mudou, o dinheiro de papel desapareceu e agora nós temos que voltar a trabalhar dentro da nossa realidade.

 

G.O: Em um período em que o mercado sofre com a questão do atendimento e qualificação, como é que tu faz para manter essas questões que fazem toda a diferença em um negócio comercial?

 

P.T: Essa é uma exigência do Boticário, então a gente trabalha muito forte com treinamento, temos uma multiplicadora e uma sala aqui que é só para treinamentos. A gente segue aquela linha de que tem que ter mesmo esse treinamento e tem que focar no atendimento. Na época do Polo Naval nós tivemos uma dificuldade imensa em conseguir material humano, mas agora já normalizou. Aqui a gente investe tempo, energia e dinheiro nesse processo, porque eu acredito que seja fundamental.

 

G.O: Qual seria a receita para o sucesso que vocês alcançaram aqui no município?

 

P.T: Não existe receita, mas a primeira palavra é acreditar! Eu acredito no que o Boticário está me passando, eu acredito no produto, confio no caminho que eles me dão para seguir. Depois é não desistir nos primeiros tropeços e claro: TRABALHAR.

 

G.O: O que tu podes destacar como um diferencial em relação as outras empresas no ramo da beleza ?

 

P.T: Eu procuro estar sempre inserida na comunidade. Aqui em Rio Grande, o Boticário tem nome e sobrenome, tem endereço e tem uma pessoa responsável para responder pela marca e que faz um trabalho sério e de qualidade mantendo a credibilidade da marca. Hoje, depois de tantos anos, é algo que eu estou colhendo. Eu gosto de saber que o Boticário está há tantos anos na cidade, fazendo um trabalho sério, colocando pessoas no mercado, contribuindo para a qualificação do mercado. É muito gratificante enxergar as pessoas entrando de uma forma e saindo de outra da empresa e conseguir perceber esse crescimento pessoal de cada um. Eu vejo que quando as pessoas pensam na nossa loja, sempre lembram isso.

 

G.O: Quando que começou a relação da Oceano FM e o Boticário?

 

P.T: Nossa! Foi há muito tempo. Eu não lembro exatamente, mas o Boticário tem os representantes comerciais, que vem lá de cima e um desses consultores veio e me perguntou onde eu fazia propaganda e me sugeriu que eu fizesse em uma rádio local. Então eu liguei para a Oceano e veio aqui o Renatinho (Renato Gatti Albuquerque - diretor do Grupo Oceano) e o consultor. Aí fechamos alguma mídia que eu também não lembro, mas foi ali que iniciou a nossa relação comercial, que mantenho até hoje com muito gosto. Acredito que é de inteira importância anunciar em uma rádio local que também emprega pessoas e empreendeu em Rio Grande. Acho que isso é uma troca que os empresários de Rio Grande tem que fazer. Tudo que eu posso eu consumo aqui.

 

 

Cases de Sucesso - Grupo Oceano

O blog Cases de Sucesso foi criado com o intuito de tornar público o bom relacionamento entre as empresas que compõem o Grupo Oceano e as que buscam o reconhecimento do seu trabalho no mercado. Perante um cenário de crise, fomos verificar in loco a situação das empresas parceiras que fazem parte do nosso seleto grupo de anunciantes, o resultado você acompanha aqui no Blog.

 

“Em momentos de crise só a imaginação é mais importante que o conhecimento”. (Albert Einsten)

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