Revista Lulu´s

Mantendo o pensamento POSITIVO

21/09/2017 16:00

Hoje em dia, a opção de estar sozinho (a), sem ter um companheiro (a) é encarada de forma natural, até mesmo porque ninguém é obrigado a ter que dividir o mesmo teto com outra pessoa e se sujeitar ao outro somente para manter um rótulo social. Isso ocorre também para casais que optam por NÃO terem filhos. Está tudo bem... e por que não? Felizmente, a sociedade evoluiu e entendeu que cada um pode e deve escolher como quer viver e ser feliz e, o melhor, ser respeitado em sua escolha!

Mas, voltando ao assunto, há quem prefira ser livre, leve e solto (a) e há quem prefira estar acompanhado o tempo todo. Até aí tudo bem. Mas, e quando as pessoas querem ter alguém e não conseguem encontrar aquela pessoa especial? Pois bem... saiba que para isso acontecer, não basta apenas preparar o coração, o cérebro também tem que estar preparado e afinado com o objetivo a ser alcançado. Sim! Se você realmente quiser encontrar alguém, o universo vai entender a mensagem e trazer a criatura até você....

Ao invés de culpar o coração, reprograme o seu cérebro

Todo mundo já sabe falta de confiança em si mesmo, timidez e ansiedade são os maiores inimigos de quem busca conquistar um amor. Portanto, trate de gostar mais de si mesmo antes de começar a desenvolver uma série de atividades que vão ajudar o seu cérebro a evoluir para atrair o amor e ficar mais perceptivo. Então treine, assim como na academia...

Desenvolva suas habilidades

1. Capacidade de raciocínio: para treinar, busque decifrar enigmas ou jogos de lógica. Com isso, será mais fácil perceber quando alguém está afim de você! Muitas pessoas demoram um pouco a se dar conta de que aquele indivíduo aparentemente inofensivo, com cara de amigo (a) ou de bobo (a), está louco (a) para chegar. Esse treino também ajuda a encurtar discussões desagradáveis ou torná-las mais fáceis de serem resolvidas.

2. Memória: lembrar datas, conversas, pratos preferidos e detalhes são essenciais para que o outro perceba que você se importa com ele e note a sua presença. Relacionamentos dão trabalho, amor! Tem que ouvir de verdade o que o outro diz, prestar a atenção, se dedicar e pensar nele boa parte de seu tempo! Se a sua memória não é grande coisa ou se você é do tipo «cabeça nas nuvens», estimule a sua capacidade praticando com jogos de memória infantis. É bem divertido e pode ser legal brincar com aqueles seus sobrinhos, de vez em quando! Palavras cruzadas também ajudam.

3. Criatividade: inovar na hora de fazer o primeiro, o segundo, o terceiro e sabe-se lá mais quantos contatos serão necessários, saber preparar boas surpresas e encontros é um ponto extra na conquista. Para quem está afim de verdade do outro, agradar é moleza, mas para quem só está interessado em arranjar uma companhia vai precisar de uma dose extra de paciência. Mesmo depois da conquista, mandar mensagens interessantes, que despertem a curiosidade e deixem o outro louco para te ver, também é algo positivo e, para não cair na rotina, a criatividade também ajuda em tempos de grana mais curta.

Acredite em si mesmo e exercite pensamentos bons e positivos

Olhe para bem dentro de você.
Somos o que pensamos e com os nossos pensamentos fazemos o nosso mundo. Ou seja, cada um tem uma percepção diferente da realidade, que é constituída através da visão que tem de mundo, influenciada por seus pensamentos. Mas, sabendo que podemos fazer de nossa existência um lugar melhor, porque deixar de fazer? Lembre-se: faça acontecer. Tentar não existe. Ou você faz ou não faz!

Elimine as palavras negativas

Por exemplo: se você disser NÃO quero pensar em um elefante, no que você vai pensar? Pois é. Adivinhou! Em um elefante! Então, adiantou usar a palavra NÃO na frente? Seu cérebro não faz distinção, portanto, elimine essa palavra e pare de chamar para si coisas que NÃO quer. Chame somente as que deseja de verdade!

O padrão mental criado pelo seu cérebro expressa a realidade com as mesmas limitações que foram adquiridas e aceitas por você. Ou seja, se você DISSER e ACREDITAR que pode fazer algo, criará um campo de energia que irá vibrar na frequência que está sentindo. Mas, por outro lado, se DISSER e SENTIR (bem lá no seu íntimo) que NÃO pode fazer algo, ou NÃO é capaz, ou NÃO gosta de fazer, estará transformando isso numa verdade sua e criando um campo de energia que, fatalmente, irá manifestar a sua realidade com base no que foi gravado em seu subconsciente.

Parece complicado, mas não é. Basta treinar!

Família

24/08/2017 08:00

 

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Muitas crianças são criadas por uma mãe e um pai, por duas mães ou dois pais, por um pai sozinho ou por uma mãe, por padrastos, em um parentesco por afinidade, por avós, tios, irmãos e por famílias reconstituídas, reagrupadas, adotivas e de acolhimento. Em todas, o bem-estar delas é determinado pela qualidade das relações parentais e não pela estrutura de suas famílias. Ou seja, o que faz uma família, ou não, é somente o AMOR!

Mas por que família é tão importante?
Simples! Para que nenhuma criança, adolescente, jovem, adulto ou idoso se sinta abandonado, carente e/ou infeliz, sem o auxílio e o apoio de uma família que os ame, cuide e respeite.

Liberdade corrompida
Os conceitos de família mudaram e os pais não souberam lidar com a liberdade adquirida. O preço foi alto. Em muitas famílias não hão há mais o respeito mútuo, confiança, diálogo e afeto. A base foi corroída, há omissão e violência familiar. Há uma necessidade urgente de se resgatar os vínculos verdadeiros e sadios, a educação sólida e os valores morais.

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AS LIÇÕES QUE DEIXAMOS ENQUANTO ENSINAMOS

#Responsabilidade e Autodomínio
Como sabemos, há adultos que dizem:  "aconteceu, eu não queria fazer isso, não pude evitar".
Será? As razões para fazer más escolhas são muitas, não importa. O fato é que somos nós é que as escolhemos! Então não vamos fugir da responsabilidade... Crianças que crescem em torno de adultos que assumem responsabilidade e praticam autodomínio também assimilam esses conceitos.

#Exemplo
Quando você faz algo errado, deve explicar aos seus filhos que você falhou e sua decisão de fazer o certo foi negligenciada por um momento. Assuma e diga-lhes que você vai fazer diferente da próxima vez.

#Análise
Quando a criança faz algo errado e diz: "aconteceu", com calma peça-lhe para parar e pensar sobre o tempo que antecedeu ao evento. Pergunte como estava o seu estado de espírito, seu humor e o que pensou antes do fato. Ajude-a entender por que a má decisão tomada pode fazê-la evitar errar e como ela acha que pode prevenir-se para não fazer de novo.

#Responsabilidade e Misericórdia
Muitas vezes, as crianças são sábias o suficiente para descobrirem um castigo justo para as suas próprias ações. Então pergunte qual a sua opinião e qual deverá ser a correção após uma má escolha.
Leve isso em consideração ao decidir o que fazer a seguir. Não deixe de corrigi-lo, mas aproveite o entendimento dele para o seu próprio bem. O objetivo é ensiná-lo a fazer o certo porque é o que deve ser feito e não pelo medo da punição. Um dia, serão adultos e não terão alguém para responsabilizá-los, então precisam aprender como fazer isso por si próprios.

#Elogio
Certifique-se de que você percebe quando as coisas dão certo. Quando seu filho faz boas escolhas e é responsável, mostre que você notou e dê-lhe os parabéns. Isso o ajudará a lembrar e escolher melhor da próxima vez que estiver diante de uma decisão difícil.
Reforce, perguntando: "como você se sente com as boas escolhas que você está fazendo?".

#Ensinamento
Invista esforços e energia para ajuda-los a entender que são os únicos responsáveis por seus atos e devem pensar antes de agir. Às vezes, como pais, nos sentimos exaustos a ponto de desejarmos dizer: "Ah, descubra por si mesmo! Vá em frente, cometa algum erro estúpido! Você vai se arrepender se deixar por isso mesmo”.
Quanto mais filhos, maior o esforço. Mas, se você se dedicar, no final, quando eles estiverem no mundo por conta própria, criando os seus próprios filhos de forma responsável, você vai se sentar e saborear aquela xícara de chá e orgulhar-se por ter feito um bom trabalho.

A cama revela

11/08/2017 14:50

Viciadas em sapatos!

27/07/2017 16:00

Podemos afirmar, com certeza, que mulheres são loucas por sapatos: não importa o modelo, a cor, o estilo e nem quantos elas já têm no closed. Sempre a vontade de comprar mais um par é mais forte e, cá entre nós, sempre terá espaço para mais um!

Faz bastante tempo que as garotinhas experimentam os sapatos de suas mães e se sentem mulheres. Eu, por exemplo, lembro que a minha sempre gostou de sapatos de salto alto, lindos e poderosos! Lembro de ter aquela visão que toda criança tem, num ângulo mais baixo, e perceber os vestidos justos ou rodados e os sapatos de salto que combinavam com as carteiras e as bolsas. Lindos demais! Femininos ao extremo!

Um dia qualquer acho que ela percebeu o meu fascínio e, por isso, me deu uma sandália velha prateada, de plataforma (meia pata), bem ao estilo passista de escola de samba, sabe? Hahaha! Eu amava! Andava desfilando pelo corredor do apartamento, apoiada nas paredes, com aquela belezura, olhando tudo do alto, me achando o máximo!

O gosto feminino por sapatos sempre foi - e sempre será - algo enigmático. E a moda contribui inventando vários estilos e modelos. Conhecemos botas de cano curto, médio, longo ou super longos; scarpins; rasteirinhas; mocassins; alpargatas; babuches; espadrilhas; galochas; os de meia pata; mules; peep toes; sandálias; tênis ou sapatênis; sapatilhas; sneakers; sllipers; tamacos; ao estilo Chanel, Stilleto, Loafer, Mary Jane, T-strap, Oxford, Ugg, Anabela ou Wedge (a versão inverno da Anabela) e por aí vai...

Enfim, independente do modelo ou do nome que se destaque na estação, todos os sapatos que pudermos comprar serão bem aceitos! Essa predileção feminina está no sangue da mais fashionista até da mulher mais desapegada. E quem estranha essa compulsão são os homens, que, exceções à parte, têm em seu guarda roupa apenas um ou outro par de tênis, chinelos de dedo, um modelo social e às vezes até uma bota. Acham que nosso vício é puro desperdício e nos apelidam de centopeia.... É melhor ignorar...

Sabe por quê? Todos os sapatos são muito amigos e democráticos. Eles não discutem o corpo. Calçam qualquer pessoa: alta, baixa, feia, bonita, magra ou gorda. Ou seja, todo sapato vai se encaixar em algum padrão e o melhor: vai se encaixar no seu padrão, que pode ser qualquer um!

Pesquisas apontam que mulheres que vivem no sul do país tendem a ter uma quantidade maior de calçados, até mesmo em função do clima. Então, meninas! Se a culpa é dos grandes estilistas, que produzem sapatos perfeitos, se é do clima ou se é do famoso sapatinho de cristal da Cinderela, não sabemos. O que se sabe é que, em qualquer lugar do mundo, mulheres são viciadas em sapatos e como não podemos fazer nada com relação a isso, vamos continuar nos esbaldando!

Revista Lulu´s

O Blog da Lulu´s Revista é atualizado por Lilian M Bertoglio, formada em Artes e Administração de Empresas, ambas pela FURG.Editora-chefe, responsável pela concepção, planejamento, design e diagramação da Revista Lulu's. Idealizadora e proprietária da Revista Lulu's e do Clube das Lulu's.

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